sábado, 22 de dezembro de 2012

Boas Festas




Desejo a todos quantos me acompanham, e visitam, 

um Santo e Feliz Natal

 abundante em prendas de afecto, 

alegria, 

fraternidade 

e saúde. 

E que o Novo Ano nos traga

 boas novas de esperança

 e de paz.


Feliz Natal

Flor

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.
I João 5:1


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Conotação Social do Natal




O Natal é conotado socialmente como uma celebração anual de luxo, onde reinam a pompa e a circunstância, os presentes, as iguarias e seus afins.
Uma conotação com a qual não concordo, nem me identifico, minimamente.
Cada novo ano examino atentamente o que me rodeia na esperança de vislumbrar uma mudança que seja mas continuo incapaz de identificar o verdadeiro espírito natalício.
Vejo formosas decorações iluminadas, o desassossego das ruas apinhadas de corpos, os sorrisos amarelos que lançam por cortesia. A futilidade estampada em cada montra que apela a um consumo tão desmedido quanto despropositado, a montanha de empacotamentos que saem apressados das lojas e os festejos excessivos numa mesa farta sem calor humano mas nada neste Natal nos seduz ou encanta. Nada nos revela a verdade do Natal.
E por quê? Porque o Natal não é isto, nem nos exige este género de celebração.
Natal é muito mais, ele é tranquilidade e reflexão em clima de paz.
É pureza na partilha de afectos, sorrisos e braços abertos, sempre francos e disponíveis.
É humildade, solidariedade, unidade, fraternidade.
Natal é nascimento, é renovação, é essência, é vida.
É uma quadra, é um dia, é o ano inteiro.
Natal é a maior e a mais sublime expressão do Amor…

Florbela Ribeiro®

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Fazer a diferença


Então vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que 

serve a Deus e o que não serve” 

Malaquias 3.18


Celtic Woman- Someday

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Partida



Partida



Saberás a razão de eu partir
quando de mim
te restar, apenas,
a ausência

Sentirás o gosto da minha partida
no ranger do soalho
coberto de pó
e na debilidade
da cor das paredes, outrora,
emolduradas

Com o passar dos dias
regressará o silêncio quebrado,
unicamente,
pela pressão dos teus passos

Aperceber-te-ás então do seu peso
e lerás nos vestígios
que atrás deixei
o rasto de alguém
que partiu, decididamente,
magoado.

Florbela Ribeiro®